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Brasil controla maior parte do tráfego aéreo no Atlântico Sul

Publicado: Terça, 03 de Setembro de 2019, 19h51 | Acessos: 9

 

Centro de Controle de área instalado no CINDACTA III, em Recife. Espaço acomoda dezenas de controladores que se revezam de acordo com a demanda existente naquele momento.

Com controle e gerenciamento do espaço aéreo de uma área que totaliza 13,5 milhões de quilômetros quadrados, o Cindacta III (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) é responsável por todo o controle da região nordeste e de praticamente todo o Atlântico Sul.

A AERO Magazine visitou com exclusividade o Cindacta III, instalado em Recife, onde pode acompanhar a rotina dos mais de 2.000 profissionais, entre civis e militares, que cuidam de uma das regiões de maior tráfego aéreo do país. Por dia são mais de 900 voos que passam sob a área de responsabilidade do Cindacta III.

Controladores dispõem atualmente de um dos mais avançados sistemas de controle e gerenciamento de tráfego aéreo do mundo

Ainda que no imaginário popular o controle seja sempre realizado pela torre, que é um dos ícones mais visíveis em um aeroporto, o ACC e APP, usualmente ficam instalados fora do aeroporto, em edifícios que pouco remetem ao controle aéreo. O Cindacta III, por exemplo, está localizado nos arredores do aeroporto de Recife, mas apenas um observador atento notaria sua existência. Montado em um amplo edifício de concreto, com visual da década de 1980, época que foi inaugurado, o órgão gerencia dois centros de controle de área (ACC), incluindo o controle Atlântico – que se estende até o meridiano 10 W, oito controles de aproximação (APP), seis torres de controle (TWR), e diversas estações de telecomunicações aeronáuticas e das estações permissionárias de tráfego aéreo, distribuídas por dez destacamentos de controle do espaço aéreo. Os destacamentos dão suporte ao trabalho realizado pelo Cindacta em 26 aeroportos da região, com órgãos de tráfego aéreo na sua área de responsabilidade. Leia mais

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