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Número de aproximações para pouso desestabilizadas dispara segundo IATA

Publicado: Quarta, 29 de Julho de 2020, 00h37 | Acessos: 16

ANÁLISE – As incertezas da crise na aviação causada pela pandemia do coronavírus podem estar afetando os pilotos e um estudo mostra que o número de aproximações destabilizadas cresceu nos últimos meses.

Segundo dados da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA) revelados pela FlightGlobal, os números para aproximações destabilizadas dispararam desde abril deste ano, quando comparado aos anos anteriores.

O que são aproximações desestabilizadas

Aproximações desestabilizadas se definem quando um avião está na última fase de voo, antes do pouso, e quando a aeronave não consegue manter algum destes items dentro do padrão esperado: velocidade, altitude, razão de descida ou navegação lateral.

Algumas entidades como a Flight Safety Fundation definem uma aproximação desestabilizada quando a tripulação, de maneira consciente, mantém a velocidade 20 nós para mais ou para menos do que o esperado e/ou mantém uma razão de descida acima de 1 mil pés por minuto. Estas definições variam de acordo com as entidades e manuais das empresas aéreas, mas, no geral, referem-se a quando o cone de aproximação (uma espécie de tubo virtual que deve ser mantido durante a chegada) não é mantido.

Com a aproximação destabilizada, as chances do avião chegar mais alto, mais rápido ou até antes na pista são maiores, resultando num pouso ruim ou até num acidente. A recomendação é sempre arremeter quando não for possível estabilizar a aproximação.

Segundo dados da própria IATA, entre 2011 e 2015, 65% dos acidentes aconteceram durante a fase de aproximação, sendo que 14% destes tiveram a aproximação destabilizada como fator contribuinte.

O Fator Psicológico

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