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Emergência em voo é simulada por controladores de tráfego aéreo

  • Publicado: Quinta, 02 de Maio de 2019, 19h21
  • Última atualização em Quinta, 02 de Maio de 2019, 19h21

A Força Aérea Brasileira submeteu seus futuros controladores de tráfego aéreo a uma série de simulações encontradas em emergências em voo. O objetivo é apresentar diversas condições encontradas nas aeronaves, de forma a preparar os controladores para entender as possíveis adversidades, como a despressurização de cabine, a necessidade de ejeção, a desorientação espacial.

A simulação foi ministrada pelo Instituto de Medicina Aeroespacial (IMAE), para 15 militares de unidades subordinadas ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). De acordo com a FAB, em diversos casos os controladores puderam prestar um auxilio melhor por terem maior conhecimento das situações de emergência a bordo. O estabelecimento de um perfil direcionado para os controladores nasce do entendimento de que eles são elementos essenciais na prevenção de acidentes aeronáuticos, assim como as próprias tripulações.

“O objetivo é aumentar o alerta situacional quanto a possíveis alterações fisiológicas da altitude passíveis de serem identificadas por meio das comunicações. Isso possibilita que os controladores transmitam orientações quanto aos procedimentos de emergência a serem realizados pelos tripulantes, para minimizar os efeitos sobre o organismo, evitando, assim, a ocorrência de mais acidentes”, explica o tenente médico Gustavo Messias Costa, Chefe da Subdivisão Aeromédica do IMAE.

Não foram poucos os casos registrados em que a percepção de situações de emergência a bordo por parte dos controladores, seguidas de orientações aos pilotos, constituíram-se em importante fator para evitar tragédias.

“Aprendemos a identificar os sintomas da hipóxia [ausência de oxigênio suficiente para manter as funções corporais], o que na prática nos torna mais capazes de perceber, pela comunicação com os pilotos, se eles estão apresentando alguns dos sintomas e, com isso, tentar auxiliá-los de forma rápida e eficaz”, comentou o tenente Allan Cristiano Rodrigues da Silva, especialista em Controle de Tráfego Aéreo do CINDACTA IV. Leia mais

 

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