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Entrega de maior jato comercial da Embraer faz ações da Azul dispararem

  • Publicado: Quinta, 19 de Setembro de 2019, 18h52
  • Última atualização em Quinta, 19 de Setembro de 2019, 19h14

Azul viu suas ações avançarem 5,39%, nesta quinta-feira (12), após anunciar a entrega do primeiro dos 51 jatos Embraer 195-E2 encomendados pela companhia. Esse é o maior avião comercial já produzido pela fabricante. Outras cinco unidades devem ser entregues ainda neste ano.

A aeronave irá acomodar 136 assentos em poltronas dispostas duas a duas, sendo 36 do Espaço Azul, uma espécie de setor especial que garante mais distância entre as poltronas. Os passageiros que voarem de 195-E2 irão contar com telas individuais com pacote de TV Sky e internet wi-fi.

Com o E2, a companhia espera reduzir as despesas por assento em até 25%. Com maior intervalo de manutenção em relação ao E195, os custos de reparo são 20% inferiores ao modelo anterior, segundo a Embraer. A fabricante de aviões e a Azul possuem um contrato de longo prazo para suporte de peças à nova frota, o que também pode ajudar a reduzir gastos.

A entrega foi feita na fábrica da Embraer, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Em fato relevante, a Azul mencionou ser “um dia histórico” para a companhia. A aeronave deve começar a operar a partir do próximo mês.

 Segundo o fundador e presidente do conselho da Azul, David Neeleman, o novo modelo possibilita voos em rotas que até então eram inacessíveis por questões técnicas. “Existem cidades que até agora não podíamos voar ou porque o [Airbus] A320 era muito grande ou o E195 não tinha autonomia ou não era econômico, afirmou Neeleman.

Até agora, o maior avião comercial da Embraer, líder mundial em aviões médios para voos regionais, era a primeira geração do E195, com 38,65 metros de comprimento, capacidade para 124 passageiros e autonomia de voo de 4.077 quilômetros

Embora a chegada das novas aeronaves represente uma modernização na frota, o CEO da Azul, John Rodgerson admitiu no fato relevante que mais da metade de seus 900 voos diários ainda precisam ser substituídos por modelos da “nova geração”. Leia mais

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